TI na Saúde: Como a tecnologia da informação está mudando o futuro do atendimento

TI na saúde

As inovações provenientes da adoção da TI na Saúde tornaram-se uma parte fundamental no atendimento médico, oferecendo opções de cuidados mais informados e assertivos, digitalizando exames e processos para oferecer melhores serviços de saúde, assim como uma melhor experiência para o corpo clínico, administrativo e pacientes.

Além disso, segundo especialistas do Fórum Econômico Mundial, o uso da TI na Saúde é a solução para desafios como a falta de acesso a serviços básicos de saúde em muitos lugares do mundo até uma escassez geral de pessoal que deverá atingir 18 milhões até 2030.

Para maximizar a eficácia das tecnologias para capacitar os médicos e melhorar a experiência do paciente, a gestão hospitalar também deve ser inteligente, aproveitando as capacidades oferecidas pela TI na Saúde.

Para maximizar a eficácia das tecnologias para capacitar os médicos e melhorar a experiência do paciente, a gestão hospitalar também deve ser inteligente, aproveitando as capacidades oferecidas pela TI na Saúde.

A Organização Mundial de Saúde aponta mais um desafio para o setor: o aumento do custo do atendimento, seja por conta do seu crescente volume ou serviços mais sofisticados. Sem grandes mudanças estruturais, os sistemas de saúde terão dificuldade em permanecer sustentáveis.

Plataformas digitais permitem o gerenciamento em tempo real de operações e recursos em hospitais e clínicas, desde o fluxo de pacientes e cargas de trabalho dos médicos até a ocupação de leitos e uso de dispositivos médicos. Isso, por sua vez, pode permitir que a gestão hospitalar planeje e melhore a utilização de recursos e tome decisões com base em conjuntos de dados completos, sustentando o desempenho e os resultados dos cuidados de saúde.

A jornada da adoção da TI na Saúde

Nas últimas duas décadas, muitos hospitais e operadoras adotaram tecnologias digitais nas suas diversas áreas funcionais. Em muitos casos, no entanto, adotaram uma abordagem fragmentada em inúmeras iniciativas – desde a instalação de prontuários eletrônicos até a criação de aplicativos, mas mantendo-se, na maioria, focadas nos mesmos modelos de negócios e de engajamento dos pacientes.

Mas, à medida que os pacientes assumem cada vez mais o controle das suas decisões em matéria de saúde, hospitais e operadoras precisam alinhar os investimentos de TI na Saúde com a sua estratégia empresarial global – uma abordagem centrada nos seus clientes, segundo a pesquisa Health System Digital Transformation, da consultoria Deloitte.

Confira alguns insights da pesquisa sobre os resultados esperados com a adoção da TI na Saúde e quais áreas estão concentrando os maiores investimentos:

 

 

A pesquisa também aponta como o setor pretende alcançar essa transformação, e quais são os investimentos em TI na Saúde planejados para os próximos anos para transformar seus modelos de negócios e de atendimento aos pacientes. Os entrevistados apontaram a adoção de tecnologias para insights e análises (76%), serviços de saúde virtuais (68%) e nuvem (56%) como principais prioridades. Os entrevistados disseram que seu foco está na construção de dados unificados e capacidades de Business Intelligence (BI), o que forma uma base sólida para análises de negócios em tempo real, análises preditivas e IA.

Um entrevistado também observou que o setor precisa se concentrar em todas as ofertas de TI na Saúde, e não apenas nas tecnologias mais avançadas. Para ele, melhores tecnologias de comunicação para os seus call centers são um investimento tão importante quanto os pilotos de IA.

 

Dados, verba e talentos são desafios para o setor

A qualidade e acesso aos dados foram as principais barreiras à transformação digital pelos entrevistados, seguidas pelo orçamento. Para enfrentar os desafios com dados, os entrevistados relataram investimentos em interoperabilidade de dados e soluções de API como prioridades.

Sobre o orçamento, dois em cada três entrevistados esperam que os investimentos em TI na Saúde aumentem até 2026, ressaltando que o retorno do investimento (ROI) é um critério chave para priorizar as dotações orçamentárias.

Além disso, a maioria dos entrevistados afirmou ter criado KPIs para medir algumas ou a maioria das suas iniciativas de adoção da TI na Saúde, apontando a sua evolução. Por exemplo, há alguns anos, o “número de downloads de aplicativos” era um KPI importante para medir a adesão dos pacientes. No entanto, muitas organizações agora estão utilizando métricas avançadas, como usuários ativos mensais e duração média da sessão, para medir o envolvimento e a satisfação.

Outro desafio apontado na pesquisa é escassez de talentos para apoiar iniciativas de transformação digital e apenas um terço dos entrevistados disse ter os conjuntos de habilidades certos para apoiar a adoção da TI na Saúde.

Uma vez identificadas as prioridades e discutidos os modelos de serviços gerenciados, as empresas de cuidados de saúde precisam, com a ajuda de parceiros, avaliar a sua infraestrutura de TI: será que é realmente capaz de suportar as atividades necessárias?

Sistemas legados complexos geralmente se tornam o principal obstáculo para hospitais e operadoras que buscam adotar as soluções de TI na Saúde. Para apoiar as prioridades estratégicas, será preciso modernizar as bases de TI.

A parceria com um provedor de Serviços e Soluções para End User, Data Service e Cyber como a Faiston, oferece as capacidades e habilidades necessárias para superar esses desafios.