Como reduzir os riscos de TI na sua operação?

riscos de TI

As empresas de hoje, independentemente de seu porte ou setor, dependem da tecnologia para operar de forma eficiente e eficaz. Mas isso também significa que são suscetíveis a riscos de TI, como ataques cibernéticos e falhas de equipamento.

Para evitar estas ameaças, as empresas devem garantir que a sua estratégia de gestão de riscos de TI está em vigor, garantindo a continuidade das operações ao evitar falhas ou paradas inesperadas na infraestrutura de TI que colocam toda a organização em perigo.

Qual a função da Tecnologia da Informação no cenário atual?

O papel do setor de Tecnologia da Informação (TI) vem se transformando ao longo dos últimos anos. Antes a área tinha como foco prestar todo o apoio necessário para que atividades rotineiras fossem realizadas de forma mais fluida. Era crucial para a rotina das demais equipes, mas costumava ser vista como uma área de vocação essencialmente operacional.

O mundo mudou muito, e rápido. Agora, em certo sentido, toda empresa é uma empresa de tecnologia, já que as tecnologias disruptivas e a disseminação da conectividade levaram soluções digitais para todos os lugares imagináveis, diluindo as fronteiras físicas do ambiente corporativo. Por isso, a área ganhou um espaço fundamental para a gestão do presente e do futuro.

Todos os processos internos, as análises estratégicas, a construção da resiliência e da capacidade de inovação, passam por TI. Os CTOs, ou gestores líderes em tecnologia das organizações, estão cada dia mais próximos dos CEOs.

Afinal, espera-se que a área que eles coordenam participe das decisões mais estratégicas, com base na capacidade de gerar e interpretar dados em volumes inéditos – e que podem respaldar a adoção de soluções inovadoras em todos os demais setores, de marketing e comunicação a contabilidade, logística e Recursos Humanos, viabilizando assim a implementação de medidas que proporcionam resiliência e capacidade de crescimento.

Ouvidos pela empresa de consultoria Deloitte, 86% dos líderes empresariais relataram que as iniciativas da área deram uma contribuição significativa e positiva em pelo menos uma prioridade comercial importante. E 70% afirmam que a tecnologia é assunto recorrente nas reuniões do conselho. As prioridades, neste momento, são investir em Cloud, Data Analytics, tecnologias operacionais (como sistemas de controle industrial), Inteligência Artificial (IA) e 5G.

Quais são os principais riscos de TI?

De acordo com uma análise da consultoria Gartner, as principais situações que colocam em risco a área de TI em particular, e toda a organização em geral, são:

  1. Expansão da superfície de ataque:Há mais pontos de acesso disponíveis para os criminosos digitais, o que cria oportunidades para penetrar nos sistemas e nos bancos de dados.
  2. Risco da cadeia de suprimentos digital: Até 2025, 45% das organizações em todo o mundo terão sofrido ataques digitais relacionados à logística, três vezes mais do que o registrado em 2021.
  3. Detecção e resposta a ameaças de identidade:Quanto mais digital fica o acesso a informações corporativas, maior a dificuldade em definir quem deve ter autorização a utilizar quais dados.
  4. Distribuindo decisões:A consultoria recomenda que a prevenção a ataques seja distribuída por especialistas de diferentes campos em TI, agindo de forma organizada e coordenada.
  5. Conscientização e treinamento:Todo colaborador ou prestador de serviço que tem acesso a qualquer dado da empresa precisa ser informado a respeito de práticas básicas de segurança, como o cuidado com links e arquivos anexos suspeitos.
  6. Apoio aos fornecedores:É cada vez mais comum as companhias atuarem com parceiros, de forma coordenada, compartilhando informações, o que aumenta consideravelmente os riscos que vêm de fora da organização.
  7. Fortalecimento da malha de segurança:Em resumo, é muito importante desenvolver e implementar uma arquitetura de segurança que facilite o fluxo de trabalho, reforçando a proteção aos sistemas.

Para além desses riscos, baseados nas questões de cibersegurança, outros podem ser apontados. Entre eles:

  1. Oscilações na conectividade:Com a disseminação do uso da nuvem em todo o mercado, a dificuldade em acessar o ambiente online pode representar uma série de prejuízos.
  2. Dificuldade na reposição de componentes:Muitas vezes, a falta de um trabalho preventivo nos equipamentos pode gerar situações indesejadas, causadas por falhas em computadores, smartphones, tablets e demais componentes.
  3. Práticas ESGAs empresas são desafiadas a implementar ações em sustentabilidade, questões sociais e governança, e a área de TI precisa acompanhar essas tendências, reduzindo emissões com base em processos mais eficientes.

Quais são as principais dificuldades que a área enfrenta para identificá-los?

Quando o setor de TI não consegue estabelecer processos preventivos, a rotina da área é dominada pelos imprevistos. Equipamentos que apresentam problemas sem aviso prévio, crises que acontecem sem que se imaginasse, dificuldades de diferentes setores para acessar sistemas, ataques cibernéticos identificados de último minuto… A rotina se torna problemática, com a sensação de que o trabalho se resume a conter danos imprevistos o tempo todo.

Entre as causas para esses problemas, que tornam a rotina desgastante e contraproducente, estão a falta de comunicação adequada entre diferentes setores. Quando todas as áreas utilizam TI, o grau de complexidade aumenta e se torna mais difícil lidar com relatos de caráter preventivo.

A garantia de contar com as equipes mais qualificadas em TI, num cenário de alta demanda por profissionais, também apresenta riscos. Especialmente para empresas que não têm a tecnologia no core business, mas estão cientes da importância de assegurar a melhor prestação de serviços para os demais times, garantir a segurança dos processos não é uma tarefa simples.

A área também é pressionada a reduzir custos, entregando os resultados mais eficientes. Para isso, precisa conferir capacidade de monitoramento, com uma visão clara dos processos, das dores e das necessidades de TI de acordo com o momento da organização. É crucial, nesse sentido, monitorar ameaças, medindo desempenho e projetando formas de entregar o melhor resultado, ao menor custo, com a maior eficiência.

Como fazer o gerenciamento proativo de riscos de TI?

A fim de gerenciar riscos em TI de forma preventiva e eficiente, é fundamental seguir alguns procedimentos. Conheça agora alguns passos que permitem levar a organização a um nível ainda mais alto de sucesso.

Mapear: A capacidade de identificar riscos é crucial para que eles possam ser mitigados. Para isso, fazer inventários detalhados da operação, indicando pontos em que seja possível ganhar eficiência e segurança, mostra-se o primeiro passo de uma estratégia bem-sucedida. Este é um trabalho cada dia mais difícil, em face da quantidade de novos dispositivos disponibilizados aos colaboradores e utilizados, muitas vezes, longe dos escritórios.

Analisar: Com base nas informações reunidas, a área pode – e deve – definir cada risco, identificando seu grau de gravidade e seu impacto para as operações. Com base neste desenho realista do cenário da organização, é possível começar a pensar em estratégias preventivas detalhadas e capazes de orientar os colaboradores sobre como e quando agir, para cada caso, com base em uma cadeia de comando bem estabelecida.

Comunicar: Quando se trata de gerenciamento de riscos, a voz da liderança é especialmente relevante. É importante que fique claro o quanto as rotinas de prevenção são valorizadas pela área. E elas devem ser comunicadas com clareza e, sempre que necessárias, acompanhadas por treinamentos que transmitam segurança para todos os envolvidos em cada etapa do processo.

Agir: Definidas as estratégias, chega o momento de implementá-las, levando em consideração um roteiro de ações para o caso de algum dos riscos se manifestar – e eles incluem até mesmo tragédias, como incêndios ou inundações, que possam danificar um data center, por exemplo. Para cada cenário de dano, a qualquer hora do dia ou momento da semana, cada colaborador precisa conhecer sua função.

Medir: Com alguma frequência, as ações precisam ser reavaliadas e o mapeamento, refeito. Assim o setor de TI vai se manter ativo diante de mudanças nos cenários, sejam internas da empresa, sejam do mercado. Afinal, mais do que nunca, nestes tempos de transformações tão rápidas e difíceis de prever, é importante lembrar: os riscos sempre vão existir e eles são dinâmicos. É preciso continuar a monitorá-los.

Como solucionar os riscos de TI específicos para cada setor?

O uso de recursos de TI varia de acordo com o setor em que a empresa atua. Da mesma forma, a maneira como os riscos se apresentam também depende das especificidades de cada mercado. Saiba quais são quatro demandas de quatro segmentos relevantes da economia.

Varejo

Atendimento personalizado: Com análise de dados, aprendizado de máquina e inteligência artificial, é possível reunir e analisar informações sobre os clientes, de forma a disponibilizar ofertas e experiências mais personalizadas. E elas precisam ser distribuídas em diferentes canais de atendimento, baseados em uma infraestrutura de tecnologia que suporte à integração.

Automação de processos: A automação de processos é um tema crescente no varejo, e por um motivo claro: ela permite otimizar tarefas operacionais, como gestão de estoque, reposição automática, processamento de pedidos, atendimento ao cliente e até mesmo operações em lojas físicas, com o apoio de tecnologias como robótica e Internet das Coisas.

Cadeia de suprimentos: A eficiência da logística é fundamental para o sucesso no varejo. O uso de tecnologias já disponíveis permite realizar rastreamento em tempo real, análise preditiva, automação de armazéns e roteirização inteligente de entregas. São rotinas que tendem a ganhar eficiência e agilidade neste novo momento.

Internet das Coisas (IoT): A tecnologia tem o potencial de transformar o varejo, na medida em que facilita a conectividade entre dispositivos inteligentes, como prateleiras, etiquetas RFID, câmeras de monitoramento e dispositivos vestíveis. Com isso, a gestão de estoque pode ser melhorada e o setor pode oferecer experiências personalizadas aos clientes.

Indústria

Automação da cadeia de suprimentos: Além da automação interna da produção, a automação também é relevante para a cadeia de suprimentos. O uso de tecnologias como identificação por radiofrequência (RFID), rastreamento em tempo real e sistemas de gerenciamento de inventário automatizado ajuda a otimizar o fluxo.

Cloud Computing: A computação em nuvem oferece uma infraestrutura flexível e escalável para empresas de manufatura e CPG. Ela permite o armazenamento de grandes volumes de dados, o compartilhamento de informações entre departamentos e parceiros comerciais, além de facilitar o acesso remoto a sistemas e aplicativos.

Tecnologias de colaboração e comunicação: No setor de manufatura, a comunicação e a colaboração eficientes representam um importante diferencial competitivo. Para isso, é fundamental recorrer ao uso de ferramentas de comunicação, como videoconferência, chat em tempo real, compartilhamento de documentos e sistemas de colaboração online.

Análise preditiva e manutenção preventiva: A análise preditiva e a manutenção preventiva são fundamentais para evitar falhas inesperadas de equipamentos e minimizar o tempo de inatividade na produção. O uso de sensores e algoritmos de análise avançada ajuda a prever e prevenir problemas antes que eles ocorram, economizando tempo e custos de reparo.

Setor financeiro

Segurança cibernética: As empresas do setor financeiro lidam com informações confidenciais e financeiras dos clientes, tornando a segurança cibernética uma preocupação primordial. A proteção contra ataques digitais, o monitoramento constante da rede e a implementação de medidas de segurança robustas são essenciais.

Analytics e Big Data: O setor financeiro gera uma quantidade massiva de informações, que, por sua vez, podem ser utilizadas para as empresas extraírem insights importantes. O uso de análise avançada de dados, big data e ferramentas de visualização permite que as empresas identifiquem padrões, realizem análises de risco e melhorem produtos e serviços.

Inteligência artificial e automação: Algoritmos de IA são utilizados para análise de risco, detecção de fraudes, recomendação de produtos financeiros, automação de processos e tomada de decisões. Com a vantagem adicional de que a automação de tarefas rotineiras e repetitivas permite que as empresas foquem em atividades de maior valor agregado.

Resiliência e continuidade de negócios: As empresas do setor precisam garantir a resiliência de seus sistemas e infraestrutura, de forma a enfrentar interrupções. A adoção de práticas de continuidade de negócios, backup de dados, redundância de servidores e planos de recuperação de desastres são essenciais para manter as operações em funcionamento.

Saúde

Conectividade com capilaridade: Para entregar as melhores soluções em telemedicina e compartilhamento de informações e laudos entre diferentes especialistas, onde quer que eles estejam, é fundamental consolidar o uso de dispositivos interligados entre si, com acesso ágil e seguro a dados sensíveis com rapidez. Assim, o atendimento pode chegar mais longe.

Regulamentação rígida e em transformação: Quanto mais o setor avança na direção da digitalização, maiores os riscos de segurança jurídica, que estão diretamente ligados aos perigos relacionados aos componentes de TI. A gestão de dados sensíveis precisa seguir a legislação, especialmente a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Automação para melhorar a gestão: Com processos automatizados, mais conhecidos como RPAs, é possível extrair insights das rotinas dos pacientes, incentivando o atendimento preventivo e que evita o uso de recursos desnecessários. A automação também pode contribuir para o ganho de eficiência na gestão interna das empresas, pressionadas por custos elevados.

Aumentar o alcance do atendimento: Novos modelos de negócios, tecnologia exponencial e modelos ágeis de trabalho permitem atender mais, melhor, mais rápido, a um menor custo. O resultado é uma ampliação do alcance do setor, salvando vidas e proporcionando um novo padrão de eficiência, apoiado pela área de TI.

Riscos de TI no cenário global

Segurança de dados e privacidade. Interrupções das rotinas digitais dos negócios. Erros e omissões na gestão de TI. Risco reputacional. Falta de resiliência da infraestrutura em tecnologia. Compliance com questões regulatórias.

Essa é a lista de maiores preocupações entre grandes organizações globais no último ano, segundo a companhia de serviços Marsh, especialista em gerenciamento de riscos, que produziu um relatório detalhado sobre os riscos aos quais a indústria de tecnologia está submetida.

Outra pergunta a que os participantes foram submetidos tratava do avanço do grau de complexidade de cada um desses riscos. Eles responderam que, em alguns casos, gerenciar determinadas questões está se tornando cada dia mais complexo. É o que acontece com o risco reputacional, por exemplo, que eles apontam como muito mais difícil de controlar do que no passado.

Garantir a resiliência da infraestrutura está mais complicado para 56% dos participantes. E 68 em cada 100 entrevistados apontam que a segurança de dados também tem ganhado novas camadas de desafios. E tudo isso num cenário mundial de estagnação econômica, riscos para as cadeias logísticas e instabilidade geopolítica, que, no médio prazo, podem dificultar a implementação de ações efetivas de contenção de risco.

Riscos de TI no Brasil

Uma pesquisa realizada pela IDC Brasil apontou que 82% dos líderes em TI no país sentem a necessidade de implementar e utilizar novas tecnologias. Para 30% deles, essa exigência costuma vir diretamente do CEO, de quem 68% se sentem próximos. De acordo com 48%, a transformação digital das companhias onde atuam vem, principalmente, da alta liderança.

Entre os entrevistados, 49% se dizem entusiasmados com a valorização da área de TI nas empresas. Um ano antes, na edição de 2022 do levantamento, apenas 38% haviam respondido o mesmo. Os dados indicam ainda que as tecnologias mais procuradas, pela ordem, são infraestrutura na nuvem, IA, machine learning e IA generativa. A nuvem, em especial, é encarada como uma ferramenta para fortalecer aspectos operacionais, financeiros e de segurança.

Os dados indicam que o grau de maturidade das companhias que atuam no Brasil em relação a suas áreas de TI vem aumentando rapidamente. Da mesma forma, outros departamentos, dedicados a avaliar riscos para as corporações, também têm lançado um olhar mais atento para os desafios que cercam a área.

De acordo com uma pesquisa desenvolvida pela consultoria KPMG, entre os participantes de comitês de auditoria do Brasil e da América Latina, 80% dos líderes ouvidos apontam como prioridades monitorar a segurança cibernética e a melhor aplicação de tecnologias inovadoras, como a IA e a automação. São aspectos avaliados de forma rigorosa e proativa, e considerados tão relevantes quanto, por exemplo, as macrotendências de consumo e as pautas em governança ambiental, social e corporativa (ESG).

Avanços em Serviços e Infraestrutura de TI

De acordo com uma projeção da consultoria McKinsey, algumas tendências da área se apresentam diante das empresas, com impacto direto para a forma como a infraestrutura e os serviços em TI são gerenciados. As principais são:

Dispositivos mais inteligentes: As empresas vão precisar de equipamentos e softwares com capacidades de computação cada vez maiores, além de conectados entre si. Acompanhar esta mudança na demanda é fundamental para a TI ajustar o parque de soluções disponíveis para cada organização, inserindo no orçamento novos investimentos sempre que necessário.

A “dataficação” chegou para ficar: Todo uso de tecnologia tem o potencial de gerar dados significativos, seja sobre os hábitos dos colaboradores, seja sobre o comportamento dos usuários. A área de TI vai ser cada vez mais cobrada a contribuir com insights relevantes para os negócios, gerados a partir do uso cotidiano da tecnologia.

A IA ganha mais espaço: Na medida em que as organizações ampliam o investimento em IA generativa, elas vão esperar da área de TI, própria ou parceira, um suporte para encontrar os melhores caminhos para identificar, desenhar e implementar soluções que se mostrem funcionais e viáveis para os negócios, inclusive em novos softwares e apps inteligentes.

Principais tendências para os próximos anos em Serviços e Infraestrutura de TI

O cenário corporativo segue em transformação, e a área de TI vai continuar sendo desafiada não apenas a acompanhar demandas novas, como a apontar caminhos inovadores e que representem ganho de eficiência. Neste momento, as tendências que se desenham para o futuro próximo são:

Os equipamentos estão dispersos: A tendência de trabalho híbrido acelerada a partir de 2020 está consolidada. Muitas empresas reduziram seus escritórios e colocaram os colaboradores para trabalhar ao menos parte do expediente de qualquer lugar – isso quando não contratam novos talentos que estão em locais distantes. Entregar o melhor serviço em TI, com a maior estabilidade e a melhor segurança disponíveis, deixou de ser um diferencial e se tornou obrigatório.

O atendimento é preventivo e olha para o futuro: Não basta apenas garantir que máquinas e softwares estejam atualizados e os incidentes de falhas e quebras sejam minimizados ao máximo e solucionados o mais rápido possível. A área precisa mapear cenários, avaliar o mercado e apontar caminhos para o futuro. Assim a empresa pode liderar tendências, escolher com maior inteligência que rumos vai tomar e onde vai investir em TI, de forma a alcançar os melhores resultados para todas as demais áreas.

Parceiros especializados são o melhor caminho: Fica mais claro a cada dia que nenhuma empresa atua sozinha, nem precisa dominar todas as áreas internas que escapam a seu core business. Nesse sentido, apoiar o desempenho em parceiros especializados capazes de entregar soluções e serviços com resultados mensuráveis se mostra uma tendência de mercado ainda mais evidente. Um parceiro experiente e bem-preparado pode desafogar processos e proporcionar um salto de qualidade para a organização.

Como a Faiston pode ajudar na gestão de riscos de TI?

Especialista em oferecer um portfólio com o que há de mais avançado em Serviços Gerenciados e Infraestrutura de TI, a Faiston tem mais de 20 anos de operação no mercado. Conta com mais de 200 funcionários diretos, incluindo mais de 30 profissionais certificados.

Trabalha com mais de 3 mil parceiros homologados, fundamentais para garantir a presença logística em todos os estados e no Distrito Federal. A central de distribuição de TI e o centro de reparos próprio, ambos instalados em São Paulo, estão conectados a 12 centros regionais de logística de TI, assim como a laboratórios de reparo que atuam em mais de 50 cidades.

A empresa privilegia o melhor uso da transformação digital considerando qualidade e soluções disruptivas, em diversas áreas relevantes, como Infraestrutura, Networking, Cloud, Data Center e segurança.

Em serviços gerenciados de TI, a Faiston zela por processos, ferramentas e conhecimento para manter o ambiente disponível e performático. Quando se trata de soluções de infraestrutura em TI, a empresa garante o monitoramento de aplicações de negócios, com gestão de servidores multiplataforma, administração de banco de dados, administração de sistemas operacionais, gestão de backup e telecom com ferramentas do Centro de Serviços Compartilhados.

Também atua como parceira em soluções de RPA, que permitem automatizar processos, aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar o desempenho em qualquer área de negócio. Além disso, a fim de garantir que equipamentos não fiquem parados, proporcionando a melhor estrutura de TI, a empresa oferece serviços de Break Fix, com manutenção tanto preventiva quanto corretiva.

Por fim, mas não menos importante quando se trata de gestão de riscos em TI: a Faiston também entrega soluções capazes de garantir a segurança do ambiente e das informações, analisar e gerir dados, tratar incidentes de forma rápida através do uso dos melhores processos e ferramentas.

Entre em contato e garanta a continuidade de suas operações.