LGPD reforça a necessidade de investir em cibersegurança

LGPD reforça a necessidade de investir em cibersegurança

Ao longo de 2021, grandes empresas com atuação no Brasil sofreram ataques cibernéticos que paralisaram suas atividades por dias, ou mesmo semanas. Na maior parte das vezes, as ações sequestram dados sensíveis e exigem o pagamento de resgate, o que coloca em risco as exigências da LGPD. São coordenadas de diferentes pontos do globo e utilizam estratégias sofisticadas para localizar brechas na segurança.

Os danos provocados por ataques desse gênero são enormes. Colocam em risco a imagem pública da empresa e a expõe ao risco de responder diante da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A Lei 13.709, de 14 de agosto de 2018, entrou em vigor em setembro de 2021. Ela estabelece regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais de clientes e fornecedores, e prevê punições severas para caso de vazamento.

Zelar pela segurança dos dados é obrigação das organizações, portanto. A pressão que vem do crime cibernético só aumenta: de acordo com um levantamento da empresa de segurança digital Avast, em 2021 os ataques no estilo ransomware, aqueles que envolvem pedido de resgate, aumentaram 38% no mudo, e 92% no Brasil.

Saiba o que fazer

Para lidar com esse desafio, a educação para a segurança cibernética é crucial. Formar as equipes com novos hábitos, especialmente em um cenário de trabalho híbrido, em que o acesso a dados sensíveis acontece longe da rede segura das empresas, contribui para reduzir as brechas na segurança – muitas vezes, a ação maliciosa tem início com um simples link ou arquivo executável, enviado por email, e que o colaborador não deveria ter acessado. Ao longo de vários meses, os atacantes exploram o espaço que conquistaram, muitas vezes antes mesmo que a organização perceba que foi invadida.

A área de Tecnologia da Informação pode contribuir com a reação, atuando de maneira preventiva, realizando diagnósticos rigorosos com regularidade e gerenciando softwares e ferramentas de segurança. O monitoramento acompanha diferentes recursos das máquinas, como processadores, discos, memória, componentes de rede, banco de dados e serviços.

O esforço preventivo, com controle rigoroso dos processos internos e ações educativas junto aos usuários, reduz as chances de uma organização sofrer ataques, já que, com muita frequência, os grupos criminosos não atuam com um alvo pré-estabelecido – eles preferem rondar os sistemas de diferentes empresas, em busca de brechas na segurança.

Por isso, ao formar um perímetro de segurança consistente, com monitoramento 24 horas por dia, sete dias por semana, as organizações reduzem os riscos e dificultam o trabalho dos criminosos. Dessa forma, se diferenciam em relação aos concorrentes, que podem se ver prejudicados pela falta de ações assertivas, com investimentos e a formação de uma cultura de segurança que proporcione benefícios para todos os times.

Como a Faiston pode ajudar

Com ferramentas, processos e profissionais capacitados, a Faiston contribui para a transformação digital de seus clientes, provendo soluções de segurança da informação. A solução de detecção e prevenção de fraude da companhia realiza limpeza, integração de dados, estruturados e não estruturados, detecção de anomalias a aplicação de modelos preditivos avançados. A investigação de suspeitas de ataques acontece com a geração automática de alerta, com qualificação e triagem ágeis. Os resultados são transformados em painéis dedicados, que municiam as áreas de inteligência de negócios dos clientes.

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