Entenda como o uso do Big Data na análise de informações e comportamentos pode minimizar riscos de segurança

Equipes dispostas em diferentes locais do planeta, com diferentes especialidades, atuando de forma coordenada e usando tecnologia de ponta para alcançar seus objetivos. A definição pode se aplicar a qualquer uma das maiores corporações multinacionais da atualidade. Mas também é válida para os grupos criminosos que praticam ataques cibernéticos: eles atuam de forma global e coordenada, visando extorquir organizações públicas e privadas, mas com Big Data é possível minimizar riscos.

A crescente ameaça de ataques cibernéticos

Essa infraestrutura dedicada à ilegalidade vem produzindo uma enxurrada de ações maliciosas. Apenas no primeiro semestre de 2022, a Fortinet registrou 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas, número 94% superior em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com a empresa de pesquisas Meticulous Research, o mercado global de segurança cibernética industrial deve movimentar US$ 42,96 bilhões até 2029, a uma taxa média de crescimento anual composto de 14,2% a partir de 2022.

Para reagir a ataques que se tornam cada vez mais organizados e recorrentes, é fundamental criar uma cultura de segurança, apoiada em campanhas de formação das equipes para regras básicas de prevenção. E a tecnologia também pode atuar como uma aliada importante. O Big Data, em especial, tem potencial para se tornar um pilar estratégico de cybersegurança.

A importância da segurança cibernética como uma questão estratégica para as empresas

Quanto maior a operação de uma empresa, mais profissionais utilizam seus sistemas, e consequentemente aumentam as possibilidades de surgirem brechas na segurança. Para monitorar padrões, identificar comportamentos suspeitos, definir tendências e desenhar medidas preventivas eficazes, gerar e analisar dados de forma automatizada proporciona economia de tempo e de recursos – e oferece planos práticos de ação com a agilidade necessária para barrar ataques em fase inicial de preparação.

Dessa forma, a área de TI consegue alimentar os demais setores da organização com dados detalhados, ágeis e precisos, que orientem práticas e estratégias da companhia como um todo. Afinal, segurança cibernética não é mais apenas uma questão técnica da área de tecnologia da informação: representa um desafio para os negócios como um todo, especialmente quando se leva em consideração as exigências e as punições previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

A adoção de iniciativas de Big Data por empresas americanas e tendência de sua aplicação em segurança cibernética

O uso de Big Data está espalhado entre as maiores empresas americanas, segundo um levantamento realizado pela NewVantage Partners: 97% têm alguma iniciativa nesta área, sendo que 53% desenvolveram estratégias corporativas voltadas para dados. As aplicações são muitas, e a segurança está entre as principais delas. A tendência é que a gestão de ameaças cibernéticas se torne tão data-driven quanto as demais atividades das companhias.

Como a Faiston pode ajudar

Com 2.600 parceiros homologados, presença em todos os estados do Brasil e mais de 20 anos de operação, a Faiston está bem posicionada para levar o Big Data para coleta, análise, gestão de dados e tratamento de incidentes em seus clientes. Ela o faz utilizando o Avantdata, uma plataforma capaz de a eliminar a complexidade e reduzir o custo para utilizar e integrar várias ferramentas diferentes de monitoramento e gestão de serviços.

Assim, o Avantdata traz a simplicidade e a facilidade de uso oferecendo escalabilidade e suporte a ambientes distribuídos em várias localidades, com serviços como BigData Fraud Detection, Threathunting, Threat Intel, Graph Analyzes, Layers Maps e Deep Learning.

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