Carência de profissionais de TI impacta o varejo

Carência de profissionais de TI impacta o varejo

Procuram-se profissionais de Tecnologia da Informação (TI). O Brasil representa hoje o décimo mercado do mundo no setor e movimento 40% do total movimentado na América Latina, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). Ainda assim, segundo a Softex, uma organização social voltada ao fomento da área de TI, faltam 408 mil postos de trabalho na área.

A demanda tende a aumentar. Segundo o levantamento Transformação Digital no Brasil, realizado pela Sambatech, 45,7% das organizações estão trabalhando, neste momento, para implementar estratégias de transformação digital e outras 30,5% estão desenvolvendo estratégias com este objetivo. Os dois grupos, somados, respondem por 76,2% das quase 19 milhões de corporações ativas no país.

Esse cenário produz uma situação de crescimento do número de vagas de 14,4% em 2021, segundo a Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom), mais do que o dobro da média nacional por oferta de vagas.

A Brasscom calcula que o déficit por vagas deverá se aproximar de 800 mil, resultado da evolução do mercado, em paralelo com a falta de cursos de formação em quantidades suficientes para suprir a demanda.

Serviços gerenciados

A cobertura das vagas esbarra numa questão cultural, a baixa procura, da parte dos estudantes, por cursos de graduação em áreas de tecnologia: o ensino superior do país forma, por ano, 46 mil profissionais com perfil para atuar em TI. Não é o suficiente. E as organizações precisarão cobrir esta ausência de outras formas.

Não por acaso, segundo uma pesquisa realizada pela empresa Clutch, TI, ao lado de contabilidade, são as áreas mais procuradas pelas empresas quando se trata de terceirizar serviços. As vantagens são evidentes: além de incorporar à rotina da empresa times já formados, liderados por profissionais com experiência no mercado como um todo, a estratégia permite avançar na transformação digital com agilidade e menos atritos.

Os serviços gerenciados, em especial, representam uma demanda difícil de cobrir com times recém-formados, ou incompletos. É preciso investir em monitoramento 24 horas, com capilaridade para todas as filiais e aos clientes da organização, o que demanda a implementação de um sistema de inteligência logística agregado às demandas por infraestrutura, que passam por cabeamento, firewall, capacidade de armazenamento e backup e telefonia.

Como a Faiston pode ajudar

A demanda por profissionais de TI pode ser coberta com a terceirização de serviços estratégicos, que podem ser desenvolvidos por empresas do ramo, qualificadas e que contam com equipes formadas e treinadas para atender às principais demandas do mercado.

Tem 2.600 parceiros homologados em todo o país, mais de 30 clientes ativos e já realizou mais de 900 reparos em laboratórios próprios ou homologados. Mantém 12 áreas logísticas e um centro de serviços, que posicionam as equipes em condições de atuar em todos os 27 estados.

A empresa mantém convênios de formação técnica em cidades vizinhas aos municípios onde atua, de forma que a Faiston alcança uma capilaridade rara no mercado e consegue disponibilizar profissionais em qualquer local onde houver demanda.

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